
Certa vez comentei que gostaria de ser mais de uma.
Queria ter mais tempo de fazer tudo.
O tudo acaba tornando-se o nada.
E o nada finalmente chega ser nossas vidas, nossa realidade.
A vontade de ser muitas ou muitos
fazem de nossas vidas
passagens incompletas, momentos vazios...
A morte quando chega
nunca é bem vinda...
Tenho uma filosofia para isto...
Para mim, a irmã morte é pior pois, retira de nós a capacidade de fazermos o tudo...
Mesmo que este tudo, seja o nada.


A morte é a maior invenção da vida, descaradamente plagiando Steve Jobs.
ResponderExcluirSó assim para nos protegermos do tudo/nada, a sensação de finitude nos da perspectiva e limite. Dá o nosso contorno, nosso perímetro nesse universo, nos impede de boiar a esmo dentre todas as coisas.
Não a toa as coisas mais breves sejam as mais sublimes: o arrepio, o sorriso, o beijo apaixonado. Não a toa a raça mais desenvolvida seja a mais recente no universo (a humanidade), essa brevitude que nos possibilidade atingir a sublimação do espírito.
É pela efêmeridade que tangemos a eternidade em pensamento, é por sermos tão pesados e complexos que podemos tocar a superfície do fundo desse oceano de perguntas.
Enfim, chega de filosofar.